Antes de ser chamado apenas de D, ele era jovem, romântico, sonhador, falante e engraçado. Gostava de piadas, conversava muito e acreditava que o mundo ainda podia ser separado em coisas simples: o bem de um lado, o mal do outro.
Também não tinha medo da morte. Não porque fosse invencível. A verdade era mais simples: morrer não parecia importante. Não existia ainda um futuro que ele precisasse proteger.
Então ele conheceu uma mulher.

