
Contexto
Depois de recuperar a foice de Astel e as faixas de Screaky, atravessar Euclix e deparar-se com novas anomalias envolvendo magia planar e a passagem do tempo, os aventureiros finalmente tinham a oportunidade de regressar à região do Bastion. Antes, porém, restavam algumas responsabilidades. Astel havia prometido encaminhar Tobias, Marta e a salamandra que acompanhava o grupo para um lugar seguro; Screaky e Noah, por sua vez, pretendiam seguir diretamente para casa.
A separação era, em princípio, simples. De um lado, Astel, Allya e Dandelion. Do outro, Screaky e Noah. Nenhuma das duas jornadas parecia exigir grandes feitos heroicos. Depois de tantas ameaças, talvez finalmente houvesse espaço para reencontrar velhos conhecidos, descansar e descobrir como a vida continuara na ausência deles.
O problema, como sempre, era a maneira particular como aquele grupo entendia a palavra tranquilidade.
O regresso às antigas fileiras
A caminho de Red Larch
Astel conduziu Allya, Dandelion e os seus acompanhantes na direção de Red Larch, onde ficava o quartel da companhia de mercenários em que treinara no passado. O lugar não era uma cidade repleta de atrações. Era sobretudo um posto de treino, suficientemente estruturado para abrigar uma pequena tropa, mas distante da vida agitada que Dandelion tanto apreciava.
Antes de partir, o grupo precisou resolver uma questão mundana: transportar várias pessoas, bagagens e a salamandra. Astel já dispunha de Munim, mas não seria razoável exigir que uma única montaria carregasse toda a comitiva. Depois de negociações, discussões sobre o preço de cavalos e carroças e tentativas de dividir as despesas, providenciaram transporte para a viagem. Mesmo uma deslocação relativamente pacífica parecia exigir uma operação logística considerável quando Dandelion estava envolvido.
Ao chegarem, encontraram o quartel em funcionamento. Os exercícios repetitivos, o movimento dos recrutas e a disciplina do pátio eram familiares a Astel. Logo à entrada, reconheceu um antigo companheiro — tratado entre eles pela designação Zero Dois — que estava a limpar o terreno como consequência de uma infração. O reencontro foi cordial e acompanhado da apresentação de Allya, Dandelion e dos recém-chegados.
Dandelion, naturalmente, esperava que a sua fama o precedesse. Quando o reconhecimento não aconteceu como imaginava, decidiu compensar a falta de apresentação calorosa com um abraço efusivo. Para aquele homem habituado a ordens, varrer o chão talvez tivesse sido a parte menos estranha do dia.
Tobias e Azharis encontram um lugar
Astel explicou que trouxera Tobias e Azharis, a salamandra, para receberem treinamento. Tobias demonstrara bons instintos de sobrevivência durante a aventura; Azharis, embora tivesse alguma experiência entre os seus semelhantes, poderia beneficiar de uma preparação mais militar. Existia um obstáculo: o paladino não falava a língua da salamandra e costumava comunicar-se com ela por gestos.
O veterano responsável pelos treinos recebeu os dois com pragmatismo. Perguntou o nome da salamandra, tentou reproduzi-lo e, sem se deter demasiado nas dificuldades de comunicação, demonstrou um movimento de espada. Azharis pareceu compreender o que esperavam dele. Recebeu uma arma e foi encaminhado para a fila de treino. Tobias foi colocado ao seu lado com outra espada.
Astel também providenciou o futuro de Marta, mãe de Tobias. A solução sugerida foi que ela aguardasse uma das caravanas regulares que seguiriam para Triboar, onde poderia estabelecer-se ou descansar. O quartel e os seus responsáveis conheciam essa rota e garantiram que a viagem era normalmente segura. Não houve, naquela ocasião, uma partida encenada de Marta: ficou encaminhada a sua passagem posterior numa caravana.
Os novos recrutas tinham, portanto, uma oportunidade concreta de começar outra etapa das suas vidas. Astel podia partir sabendo que não os havia simplesmente abandonado.
Mercenários num mundo pacífico
O reencontro com o antigo instrutor trouxe também uma conversa menos alegre. O quartel ainda treinava os seus homens, mas já não recebia o mesmo número de recrutas nem de contratos. Havia poucas guerras e pouca necessidade dos serviços da companhia. Na ausência de conflitos, as oportunidades de trabalho tinham diminuído.
Astel não considerava aquilo uma tragédia. Depois de tudo o que vivera, preferia um mundo sem guerra a outro em que homens como eles fossem constantemente necessários. O veterano, porém, resumiu a contradição da sua profissão: em tempos de paz, mercenários tornam-se quase inúteis.
Não houve discussão capaz de resolver o problema. O quartel continuaria a existir, a formar combatentes e a acolher gente como Tobias e Azharis, enquanto procurava um lugar numa realidade que parecia precisar cada vez menos de soldados.
A grande deceção de Dandelion
Resolvidas as apresentações, Dandelion fez a pergunta que parecia verdadeiramente importante para ele: onde ficava o entretenimento?
A resposta de Astel não o agradou. Era um quartel. Astel passara ali um período da sua vida a treinar, não a frequentar festas. Não havia casas de espetáculo, tavernas extravagantes ou qualquer promessa de uma noite memorável. Dandelion chegou a imaginar que um lugar cheio de soldados deveria oferecer alguma distração, mas o paladino insistiu que precisavam regressar.
Os dois discutiram possíveis paragens no caminho, entre elas Secomber e outras localidades da região. Dandelion queria ao menos uma oportunidade para beber, cantar e recuperar a sensação de estar em viagem por escolha própria, e não apenas a cumprir tarefas. Astel queria ver a mulher e os filhos.
No fim, seguiram em direção ao Bastion, com a possibilidade de parar numa cidade intermediária. Nenhum dos três imaginava ainda a receção que estava a ser preparada para Dandelion.
Um pequeno monge e um poder demasiado grande
A voz conhecida entre as árvores
Enquanto isso, Screaky e Noah regressaram ao Bastion. Atravessaram as suas passagens entre árvores e construções suspensas, num ambiente que, para Noah, parecia quase inacreditavelmente bonito. A tranquilidade durou pouco: aproximando-se de uma área de treino, ouviram uma voz a exigir que alguém repetisse um movimento. A resposta veio acompanhada de resmungos impacientes.
Era Hati.
O filho de Astel estava a treinar com um homem que Screaky ainda não conhecia, chamado Don. Assim que percebeu a presença da sua mestra, Hati ignorou por completo a postura que tentava executar. Lançou-se na direção dela com um salto tão vigoroso que quase pareceu voar. Screaky conseguiu recebê-lo e abraçá-lo, mas notou imediatamente algo diferente.
Hati estava mais forte, mais ágil e muito mais rápido. Os saltos tinham maior alcance, os movimentos mostravam avanços reais e o seu domínio das técnicas monásticas crescera durante a ausência dela. O entusiasmo continuava absolutamente descontrolado: assim que terminou o abraço, o garoto começou a contar tudo o que aprendera, quase sem respirar.
Foi necessário lembrá-lo de que havia alguém por apresentar. Hati finalmente apresentou Don à sua mestra, e o instrutor cumprimentou Screaky com respeito. Embora tivesse aprendido bastante com ele, o pequeno monge não escondia qual era a sua preferência: queria a sua mestra de volta.
Noah conhece Hati
Hati demorou a perceber a presença de Noah, que se encolhia discretamente perto de Screaky. Quando a mestra explicou que trouxera um amigo e que ele era bastante forte, a curiosidade do garoto tomou o lugar de qualquer outra preocupação.
A apresentação foi cautelosa. Noah não estava propriamente confortável com a atenção de uma criança tão enérgica, enquanto Hati fazia perguntas, aproximava-se depressa demais e insistia em descobrir que espécie de combatente era aquele novo conhecido. Screaky precisou pedir-lhe que se comportasse e que não assustasse o visitante.
A situação mudou quando Noah demonstrou a sua magia ligada à natureza. Hati tentou imitar os seus movimentos e convenceu-se de que poderia aprender algum daqueles truques. Noah tentou mostrar-lhe como se fazia, mas percebeu rapidamente que o talento do filho de Astel se manifestava de outra forma. Hati tinha uma vocação muito mais evidente para o combate físico — e uma curiosidade quase perigosa por qualquer coisa que pudesse enfrentar.
Noah também apresentou Zoro, o seu familiar felino. Quando o gato assumiu uma forma de combate mais ameaçadora, com as pequenas lâminas que carregava, Hati ficou fascinado. Chegou a preparar-se para lutar com ele. Screaky interveio antes que o entusiasmo transformasse o encontro com o familiar numa luta desnecessária.
O problema era que Noah tinha outra demonstração em mente.
Um tiranossauro para treinar
Para dar a Hati um adversário à altura da sua animação, Noah conjurou um tiranossauro. A criatura imensa surgiu como uma oportunidade de treino, não como um inimigo que devesse realmente devorar o garoto. Noah procurou controlar os seus ataques, evitando mordidas capazes de causar ferimentos graves e utilizando os movimentos do animal como desafios para Hati se defender.
Hati, porém, não parecia interessado numa simulação demasiado gentil.
Quando percebeu que o dinossauro o poupava, ficou indignado. Queria que o adversário lutasse a sério; não aceitava ser tratado como alguém incapaz de se proteger. Noah tentou explicar que o tamanho e a força da criatura eram perigosos, mas o pequeno monge manteve a sua posição.
O treino tornou-se uma demonstração inesperada da sua evolução. Hati absorveu e devolveu golpes com técnicas defensivas, deslocou-se rapidamente até a cabeça do animal e começou a concentrar energia em ataques que lembravam, de certa maneira, a intensidade e o estilo de Screaky. Noah chegou a restaurar as forças do tiranossauro para permitir que o confronto prosseguisse.
Don observava atentamente. Aquilo já não era apenas uma criança a tentar acertar um monstro enorme.
A explosão de Hati
À medida que a luta avançava, a energia de Hati cresceu. Um brilho cada vez mais forte envolveu o seu corpo, associado a chamas claras e à concentração da sua força interior. Don percebeu antes dos outros que a situação estava prestes a ultrapassar a escala de um treino comum. Puxou Screaky e Noah para a proteção de uma árvore de grande porte.
Hati ergueu-se, reuniu a energia e desceu em direção ao tiranossauro. No movimento, o seu brilho tornou-se tão intenso que por um instante pareceu desaparecer. Reapareceu abaixo da criatura e desencadeou uma explosão de chamas. A onda de energia expandiu-se até à proteção onde os observadores estavam abrigados.
Quando o clarão passou, o tiranossauro havia recebido um golpe devastador. Hati, em contraste, permanecia no centro da cena a rir com o orgulho e a satisfação de quem acabara de realizar a melhor façanha da própria vida.
O custo era visível. Estava exausto e tinha os braços queimados, consequência de ter gasto energia demais numa técnica que ainda não dominava com segurança. Noah, impressionado, usou magia para aliviar os ferimentos; Screaky também procurou ajudá-lo a recuperar parte da energia monástica. Don levou o menino para descansar e manifestou surpresa diante das capacidades da mestra, que conseguia transmitir-lhe parte das próprias forças.
Screaky reconheceu o progresso, mas não deixou de repreendê-lo. Hati precisava aprender a controlar o que fazia, não apenas descobrir quanto poder conseguia libertar. A conversa teve um efeito curioso: o garoto admitiu já ter ouvido aquele aviso anteriormente, embora o seu comportamento não sugerisse que o levasse muito a sério.
Don ficou satisfeito por ter a mestra de volta. Com ela, talvez finalmente fosse possível ensinar Hati a usar o seu talento sem acabar destruído pelas próprias demonstrações.
Um Bastion cheio de vida
Bom dia, plantinha
O regresso ao Bastion deixou Noah encantado. Entre árvores imensas, caminhos elevados e estruturas integradas à floresta, o jovem encontrou um ambiente muito mais próximo das coisas que gostava de estudar. Começou a falar com as plantas e a cumprimentá-las uma por uma, para estranheza de Don, que perguntou discretamente a Screaky se aquilo era normal.
Para Screaky, já não havia muito motivo para surpresa.
Noah foi além das apresentações. Utilizou Plant Growth para favorecer o desenvolvimento de vegetação no local, aplicando também o seu conhecimento para enriquecer a produtividade das plantas. A magia prometia benefícios duradouros para o crescimento e as colheitas, embora a quantidade de entusiasmo com que o garoto a empregava também levantasse perguntas sobre a manutenção dos jardins.
Quando Screaky sugeriu que fossem conhecer os animais do Bastion, conseguiu enfim desviar a atenção do menino da floresta inteira.
Amélia e a menagerie
Na menagerie do Bastion, encontraram Amélia, uma firbolg responsável pelos animais. Ela recebeu os visitantes com naturalidade e orgulho do trabalho que vinha realizando. O espaço abrigava criaturas de tipos bastante diferentes, incluindo crocodilos, panteras, um wyvern, dragões e animais menores. Amélia explicava onde cada espécie ficava, como organizara os recintos e os ajustes que fizera na alimentação.
A jovem tratava até criaturas temperamentais com uma tranquilidade admirável. Aproximava-se de animais ariscos sem demonstrar medo e conseguia acalmá-los com a paciência de alguém habituado a lidar com eles todos os dias. Alguns dos dragões já tinham recebido nomes surpreendentemente delicados — entre eles Floco de Neve.
Noah, entretanto, encontrou algo muito mais importante do que qualquer dragão: um filhote de urso-coruja.
Owlbert, o urso-coruja
O filhote conquistou Noah quase de imediato. O garoto pediu permissão para tocá-lo e usou magia para se comunicar com animais enquanto fazia carinho na criatura. Amélia percebeu o interesse e ofereceu-lhe a oportunidade de escolher um nome.
Noah decidiu chamá-lo Owlbert.
A partir daí, o encontro transformou-se numa brincadeira demorada. Noah rolava pelo chão com o pequeno urso-coruja, aceitava as mordidas e os empurrões entusiasmados e, quando um golpe era forte demais, usava um pouco de cura antes de continuar. O filhote ainda não parecia compreender completamente a diferença entre brincar e morder com a força de um predador. Noah também não demonstrava grande vontade de interrompê-lo.
O resultado era uma criança feliz e algo machucada, inteiramente disposta a repetir a brincadeira.
Mais tarde, mesmo quando Noah precisou afastar-se, ficou claro que Owlbert começava a afeiçoar-se a ele. O vínculo, recém-formado, prometia dar ao garoto mais um motivo para frequentar a menagerie durante a permanência no Bastion.
A pequena salamandra e a doninha
Amélia mostrou a Screaky outra criatura: uma pequena salamandra de fogo, muito diferente de Azharis e dos seres maiores que o grupo havia acompanhado até ao quartel. Era mais próxima de um pequeno lagarto flamejante, curioso e suficientemente atrevido para mordiscar as penas da kenku.
Screaky estendeu a mão e deixou o animal subir pelo seu braço. Descobriu que podia atraí-lo com pequenas manifestações de fogo, que ele perseguia como um gato atrás de um ponto de luz. A salamandra começou a procurar as chamas, a subir pelas penas e, finalmente, acomodou-se para receber carinho.
A doninha de Screaky, entretanto, observava tudo das suas roupas. O encontro entre os dois animais foi marcado por olhares desconfiados. A doninha preferiu esconder-se e, durante algum tempo, manter distância da nova companhia flamejante.
Screaky não a obrigou a aceitar o visitante. Deixou que os dois se acostumassem à presença um do outro. Com o passar dos dias, aquela convivência inicialmente desconfortável começou a tornar-se mais tranquila.
O reencontro com Orfina
Uma casa à espera de notícias
Depois de conhecer a menagerie, Screaky levou Noah para visitar Orfina. Encontraram-na ocupada com tarefas domésticas, a cuidar de roupas e assuntos da casa. Estava diferente da imagem que o grupo guardava das aventuras antigas: tinha o cabelo preso, as mangas ocupadas e uma rotina que continuara mesmo enquanto Astel estava longe.
Ao reconhecer a voz de Screaky, Orfina apressou-se a arrumar o cabelo e o vestido e veio abraçá-la. A receção foi afetuosa. Queria saber por onde a amiga andara, como estava o grupo e, sobretudo, o que Astel havia feito durante a ausência.
Noah foi apresentado a seguir. Orfina mostrou-se curiosa com a criança desconhecida e, antes mesmo de receber muitas explicações, tratou de perguntar se ele estava com fome. Noah tentou recusar educadamente, dizendo que já comera algumas frutas, mas isso não a convenceu: na opinião dela, o menino era magro demais e precisava de uma refeição adequada.
O garoto acabou arrastado para a hospitalidade da casa. Por mais tímido que estivesse diante de adultos, era difícil escapar à determinação de Orfina quando ela resolvia alimentar alguém.
Tudo o que Astel não contou
Enquanto Noah recebia atenção e comida, Screaky e Orfina colocaram a conversa em dia. A kenku contou sobre as viagens, as complicações recentes e a passagem de Astel pela Biblioteca Infinita. Também acabou revelando episódios da jornada que o paladino provavelmente não escolheria destacar numa conversa com a esposa.
Orfina ouviu tudo com uma curiosidade cada vez maior. Astel mantivera contato durante parte da ausência, mas nem sempre lhe dissera o quanto as coisas estavam complicadas. Saber que ele passara por experiências tão perigosas — e ainda arranjara tempo para outras aventuras — forneceu-lhe matéria suficiente para uma longa conversa futura.
Screaky não demonstrou muito talento para guardar segredos do amigo. A visita transformou-se numa daquelas sessões de confidências familiares em que o ausente dificilmente consegue defender a própria versão dos acontecimentos.
Enquanto isso, Noah encontrou maneiras de ocupar os dias perto de Hati, dos animais e das plantas. Continuava mais reservado na presença dos adultos, mas pouco a pouco foi encontrando o seu lugar naquele ambiente.
O homem mais magnífico da estrada
Uma comitiva à espera de Dandelion
Algum tempo depois, Astel, Allya e Dandelion chegaram a Secomber, no caminho para o Bastion. Desta vez não encontraram apenas uma pequena instalação militar. A cidade oferecia movimento e, sobretudo, uma visão inesperada: pessoas ligadas ao Bastion carregavam carroças com lanternas, faixas, enfeites e fogos de artifício.
Astel e Dandelion reconheceram empregados do Quack Bar. Os preparativos pareciam estar ligados a uma grande festa, mas os responsáveis ainda não tinham notado a presença do bardo.
Astel percebeu imediatamente que aquele assunto dizia respeito a Dandelion e afastou-se com Allya, deixando o amigo lidar com os próprios admiradores.
A escolha revelou-se sensata.
Maximiliano III
Um homem espalhafatoso emergiu do meio das carroças, reconheceu Dandelion e anunciou-o aos trabalhadores como se estivessem perante a maior personalidade viva de todos os planos. Usava acessórios vistosos, incluindo elementos temáticos de pato, e tratava cada movimento do bardo como um acontecimento digno de celebração.
Apresentou-se como Maximiliano III.
Ele nunca precisara conhecer Dandelion pessoalmente para agir como seu maior admirador. Falava dele como fonte de inspiração para tudo o que havia de belo, delicioso, divertido e mágico. Cada apresentação era acompanhada de gestos grandiosos e elogios mais exagerados do que o anterior.
Dandelion, que inicialmente se surpreendera com a receção, descobriu depressa um espírito perfeitamente compatível com o seu. Respondeu com poses, entusiasmo e elogios à altura. Os dois passaram a competir, sem nenhum sinal de rivalidade, para descobrir qual deles conseguia dizer “magnífico” de maneira mais magnífica.
Maximiliano mostrou os preparativos para o Quack Bar: flâmulas com a identidade da casa, decoração temática, produtos personalizados e até ingressos para um evento especial. Apresentou também uma bebida de frutas vermelhas com a marca do estabelecimento, preparada para celebrar o retorno do seu ídolo.
Dandelion ficou genuinamente impressionado. Não era apenas bajulação: aquele homem havia investido criatividade, trabalho e organização para transformar o Quack Bar num lugar que refletisse a personalidade do bardo.
A comitiva que ninguém conseguia silenciar
Astel e Allya tentaram manter distância da conversa, mas os gritos de entusiasmo alcançavam praticamente qualquer lugar para onde fossem. A ideia de simplesmente seguir viagem e reencontrar Dandelion mais tarde pareceu cada vez mais atraente.
O problema era que Maximiliano III não pretendia deixá-los regressar discretamente.
Assim que percebeu que a comitiva seguiria para o Bastion, organizou os seus homens para acompanhá-los. Surgiram instrumentos, canções, decoração e uma pequena procissão cada vez mais parecida com um carro alegórico. Dandelion subiu ao destaque da carruagem e começou a corresponder ao espetáculo, assumindo poses dramáticas enquanto os músicos tocavam.
Astel tentou afastar-se com Allya e as próprias carroças. Aumentar a velocidade dos cavalos não resolveu muita coisa; a mudança de ritmo só tornou mais desajeitada a fuga, enquanto os outros animais tentavam acompanhar. Maximiliano e os seus seguidores continuavam logo atrás, com música, dança e uma quantidade de entusiasmo quase sobrenatural.
Depois de tentativas frustradas de ganhar distância, Astel invocou Munim e retirou-se com Allya, deixando as carroças aos cuidados de quem podia conduzi-las. Para o paladino, qualquer alternativa que oferecesse alguns minutos de silêncio já parecia uma bênção.
Dandelion, por sua vez, não tinha a menor intenção de fugir. Estava exatamente onde queria estar.
O Bastion não estava preparado
O regresso de Astel
Ao chegar ao Bastion, Astel encontrou Hati novamente em treino com Screaky. O menino já não estava a contar todas as novidades sem parar; agora concentrava-se em aperfeiçoar movimentos sob a orientação da mestra.
Astel decidiu aproximar-se sem ser percebido. Utilizou a bênção da Raven Queen para surgir junto do filho e agarrá-lo de surpresa. Hati reagiu com um grito antes de reconhecer o pai e, em seguida, abraçou-o com toda a força.
O reencontro foi caloroso. Hati mostrou-se orgulhoso dos próprios progressos e até do cabelo mais comprido, que dizia deixá-lo parecido com Astel. Também deixou claro que aprendera alguns hábitos que provavelmente não agradariam à mãe — entre eles, a estratégia de não ser apanhado quando fazia algo que ela desaprovava.
Astel trouxera doces para o filho. A notícia fez Hati disparar à procura de Noah, que já se tornara um dos seus novos companheiros de brincadeiras. O pequeno monge tinha agora mais uma pessoa com quem dividir o entusiasmo pelo treino, pelos animais e por experiências que os adultos nem sempre consideravam seguras.
Astel ficou satisfeito ao perceber que Noah estava a aproximar-se de Hati. O paladino sabia que o jovem tinha dificuldades em abrir-se com os outros, e aquela amizade talvez lhe oferecesse uma oportunidade de se sentir mais à vontade.
Orfina, enfim
Astel encontrou Orfina e, desta vez, pôde abraçá-la sem a distância das pedras de comunicação. O reencontro foi marcado por brincadeiras entre marido e mulher, beijos e uma conversa sobre a aparência dele. Orfina reparou nos cabelos compridos de Astel e insinuou que talvez fosse hora de cortá-los. Ele respondeu que preferia mantê-los, lembrando que Hati também gostava de usar o cabelo daquele jeito.
Quando Astel tentou transformar a conversa numa declaração romântica, Orfina recordou com humor que, quando se conheceram, ele mal sabia falar de outra coisa além de repolhos. A intimidade e a provocação carinhosa continuavam as mesmas.
Orfina também conheceu Allya e recebeu-a com curiosidade. Reparou no seu cabelo ruivo e comentou a diferença entre ela e Screaky, ainda tratando com naturalidade a família alargada e os companheiros que Astel trazia de volta. Astel tentou encaminhar todos para um momento mais calmo, de comida e conversa.
Era uma boa ideia. Pena que a outra metade da caravana estivesse a chegar.
O furacão anunciado
Antes que a procissão alcançasse o centro do Bastion, Astel tentou avisar Screaky de que vinha aí um furacão. Não era um fenómeno climático. Era Dandelion, acompanhado por Maximiliano III e por uma quantidade difícil de calcular de música, dançarinos e fogos de artifício.
Screaky não compreendeu imediatamente a dimensão da ameaça. A experiência ensinou-lhe depressa.
Os primeiros estrondos começaram a ecoar entre as árvores. Depois vieram tambores e canções. Hati, que já conhecia Maximiliano, estava radiante: falava dele como uma das pessoas mais divertidas do Bastion e garantia que podia até brincar com fogos de artifício na sua companhia.
Astel não recebeu a notícia com o mesmo entusiasmo. Screaky passou a questionar seriamente se o regresso ao Bastion seria tão descansado quanto prometido. Noah também se viu apresentado à fama de Maximiliano por intermédio de Hati, sem ter muita certeza de que gostaria da experiência.
O coro de preocupações não pareceu afetar a procissão em nada.
O apito de Orfina
O grupo recolheu-se à casa de Astel na esperança de recuperar algum silêncio. Mesmo lá dentro, os estrondos continuavam a aproximar-se. Quando Astel perguntou se não existia alguma magia capaz de acabar com aquele barulho, Orfina revelou uma solução surpreendentemente simples.
Retirou um apito que estava pendurado na parede e soprou-o.
Os sons de fora desapareceram. A conversa dentro da casa continuava audível, assim como os ruídos comuns da cozinha, mas a música e os fogos provenientes do exterior deixaram de incomodar. O contraste foi tão imediato que Astel não escondeu o alívio.
Orfina colocou-lhe o apito ao pescoço, emprestando-o para quando precisasse de salvar a própria tranquilidade. Fez questão de esclarecer que o objeto nem sequer lhes pertencia: era um empréstimo, não um presente permanente.
Astel, entretanto, talvez nunca tivesse ficado tão grato por um acessório mágico.
O Quack Bar renasce
Uma entrada digna de Dandelion
Enquanto os outros tentavam conversar em paz, a comitiva aproximou-se do Quack Bar. Maximiliano conduziu os trabalhadores e artistas numa verdadeira entrada triunfal. A carruagem decorada, os instrumentos, as poses e os fogos serviam a um único propósito: anunciar o regresso do homem em cujo nome haviam preparado toda aquela extravagância.
Dandelion recebeu a oportunidade de acender um foguete especialmente grande. O projétil subiu com um assobio e estourou no céu, formando uma figura luminosa que lembrava o próprio bardo a dançar. Era difícil imaginar uma celebração mais adequada à sua personalidade.
O cortejo seguiu pelas passagens do Bastion até ao Quack Bar, situado num espaço mais afastado das áreas residenciais. Uma ponte e o próprio posicionamento do estabelecimento ajudavam a manter as apresentações distantes das casas. A estrutura tinha sido reorganizada como um lounge e casa de espetáculos, com espaço para música alta e apresentações prolongadas.
Um palco à altura do bardo
Maximiliano mostrou a Dandelion as alterações feitas no local: o espaço principal do palco, a organização da iluminação, os equipamentos pensados para ampliar as apresentações e até áreas laterais que poderiam receber os três goblins do bardo como dançarinos ou parte do espetáculo.
A casa já estava funcional, embora ainda houvesse material a descarregar e preparativos a concluir para uma futura festa temática. O tema exato não havia sido definido naquela sessão. Os trabalhadores não estavam a construir o Quack Bar do zero: estavam a acrescentar-lhe decoração, equipamentos e uma identidade festiva cada vez mais elaborada.
Dandelion mal conseguia disfarçar a satisfação. O lugar estava a transformar-se naquilo que sempre desejara: não apenas uma taverna onde pudesse cantar ocasionalmente, mas um espaço dedicado às suas apresentações e à sua maneira particular de entender o mundo.
Um frequentador pediu uma das músicas conhecidas. Dandelion começou a tocar, ganhou ritmo, capturou a atenção da sala e encerrou a entrada anunciando que o Quack Bar havia voltado. Luzes, música e vozes responderam imediatamente.
Hati descobre fogos ainda maiores
A festa encontrou um admirador particularmente perigoso: Hati. O garoto apareceu entusiasmado, pediu a Maximiliano fogos de artifício e recebeu um exemplar grande o bastante para alarmar os adultos. Em vez de o guardar, correu para mostrar a novidade a Noah e a Screaky.
Screaky já tinha acabado de enfrentar a intensidade do treino do menino e sabia perfeitamente do que ele era capaz quando decidia provar alguma coisa. Ver Hati com um fogo de artifício desproporcionado não a tranquilizou. Ordenou-lhe que tivesse cuidado e demonstrou pouca confiança na pessoa que lhe oferecera aquilo.
Hati ficou aborrecido com a possibilidade de não poder divertir-se. Para ele, Maximiliano era maravilhoso — e aparentemente convencera o garoto de que bastava apontar um foguete na direção certa para que tudo ficasse bem.
Orfina estava igualmente preocupada, mas a sua prioridade ia além dos fogos. Depois de ouvir e presenciar a manifestação de poder de Hati, pediu a Screaky que o ajudasse a controlar aquela técnica explosiva. O menino podia libertar quantidades impressionantes de energia, mas o desgaste e as queimaduras indicavam que não compreendia plenamente os próprios limites.
Screaky aceitou orientar o treino. Afinal, aprender a golpear era uma coisa; aprender a não se destruir usando a própria força era outra.
Uma noite em casa
Bolo, histórias e alguma paz
A casa de Orfina tornou-se ponto de encontro para Astel, Screaky, Allya e Noah. Houve comida, café e até bolo de chocolate, prometido e aguardado com particular entusiasmo por Screaky. Orfina mostrou-se mais à vontade nos seus afazeres, mas nem por isso deixou de fazer perguntas sobre as aventuras do grupo ou de trocar provocações com o marido.
Noah manteve os hábitos de quem ainda preferia os livros às conversas longas com adultos. Entre as visitas aos animais e os momentos com Hati, recolheu-se para continuar a estudar os volumes que havia trazido. A curiosidade pela natureza e pelo conhecimento continuava tão intensa quanto antes.
Astel também soube aproveitar o regresso para cuidar de um compromisso pessoal. Nas sessões anteriores, vinha trabalhando numa canção para Orfina, com a ajuda de Dandelion. Quando os demais já não estavam por perto, apresentou-lhe a música. Ela gostou da surpresa, e os dois aproveitaram o reencontro para ter algum tempo juntos, sem precisar discutir portais, bibliotecas ou planos de resgate.
Screaky e Allya continuaram a conversar com Orfina, e nem mesmo a presença de Astel pareceu impedir completamente os comentários sobre tudo o que ele havia feito durante a aventura. A kenku ainda possuía um recurso extraordinário para contar histórias: conseguia imitar a voz do próprio Astel. O paladino tinha poucas hipóteses de sair ileso daquela mesa de fofocas.
O Bastion ao final da sessão
O tempo passou sem que surgisse uma nova ameaça externa. Hati continuava a alternar entusiasmo, treino e tentativas de encontrar Skoll, o irmão que estava na escola e era esperado de volta em breve. O filho de Astel também começara a deslocar-se pelo Bastion com manifestações de fogo e uma liberdade de movimentos que impressionavam os companheiros.
Na menagerie, Owlbert estava cada vez mais habituado a Noah. A salamandrinha de fogo e a doninha de Screaky também pareciam aceitar melhor a proximidade uma da outra. Amélia seguia cuidando das criaturas do Bastion e mantendo os recintos em funcionamento.
O Quack Bar, por sua vez, não dava sinais de querer encerrar a noite. Mesmo que Dandelion parasse de cantar, outros músicos estavam prontos para continuar. O estabelecimento parecia preparado para funcionar dia e noite. Dandelion decidiu permanecer ali e prolongar a apresentação enquanto ainda tivesse forças.
Astel e Orfina ficaram juntos, a conversar e a aproveitar a intimidade recuperada. Screaky foi descansar. Noah recolheu-se aos alojamentos, onde continuou com as suas leituras; Allya também permaneceu nos alojamentos, no mesmo espaço partilhado, com outras pessoas por perto.
Durante tanto tempo, os aventureiros haviam tentado resolver problemas que ameaçavam cidades, planos e vidas inteiras. Naquela noite, as preocupações eram diferentes: um filho que precisava de aprender os próprios limites, animais novos para cuidar, um marido que voltara para casa — e um bardo cuja ideia de felicidade se ouvia a centenas de passos de distância.
A paz tinha regressado ao Bastion. O silêncio, não necessariamente.
Estado ao final da sessão
- Astel: reencontrou o antigo quartel, deixou Tobias e Azharis aos cuidados dos mercenários, regressou ao Bastion, abraçou Hati e reuniu-se com Orfina. Apresentou à esposa a canção que vinha preparando e passou a noite com ela.
- Allya: acompanhou Astel e Dandelion até ao quartel e de volta ao Bastion. Conheceu Orfina e participou do convívio na casa. Ao final, permaneceu nos alojamentos partilhados onde Noah também se encontrava.
- Dandelion: conheceu Maximiliano III, o admirador responsável pelos grandes preparativos do Quack Bar. Participou de uma comitiva musical e inaugurou simbolicamente a nova fase do estabelecimento, permanecendo a cantar pela noite.
- Screaky: regressou ao Bastion, reencontrou Hati e conheceu Don, o responsável por parte do seu treinamento. Ajudou Hati a recuperar energia, conheceu Amélia e a menagerie e aproximou-se de uma pequena salamandra de fogo. Comprometeu-se a ajudar Hati a controlar melhor a técnica explosiva.
- Noah: regressou ao Bastion, conheceu Hati, Don, Amélia e Orfina. Invocou um tiranossauro para treinar com Hati, usou magia de crescimento vegetal no Bastion e deu o nome Owlbert a um filhote de urso-coruja, que começou a afeiçoar-se a ele. Continuou a estudar os seus livros nos alojamentos.
- Hati: demonstrou grande evolução no treino monástico, incluindo deslocamentos rápidos, controlo de energia e uma explosão poderosa de chamas. A técnica ainda lhe provoca grande desgaste e pode causar ferimentos. Reencontrou a mestra e o pai e mostrou grande entusiasmo pelos fogos de Maximiliano III.
- Don: foi apresentado como treinador de Hati durante a ausência de Screaky. Mostrou-se atento aos riscos da técnica explosiva e acolheu o regresso da mestra como oportunidade de melhorar o treino do menino.
- Tobias e Azharis: começaram uma nova etapa de treino no quartel de Red Larch, acolhidos pelo antigo instrutor de Astel. A barreira linguística de Azharis não impediu o início das atividades.
- Marta: ficou encaminhada para viajar posteriormente numa caravana segura em direção a Triboar. A sua partida não foi acompanhada em cena.
- Quartel: continua ativo, mas enfrenta dificuldades para conseguir recrutas e contratos num período de paz.
- Amélia: foi apresentada como responsável pela menagerie do Bastion. Cuida de várias criaturas, incluindo dragões, panteras, crocodilos e animais mais jovens.
- Owlbert: nome dado por Noah ao filhote de urso-coruja. Não foi estabelecido que o animal tenha deixado a menagerie ou passado formalmente a pertencer a Noah.
- Pequena salamandra de fogo: aproximou-se de Screaky e interagiu com a sua doninha. A convivência entre os dois animais melhorou com a passagem dos dias; não houve confirmação de uma adoção formal.
- Orfina: reencontrou Astel, recebeu os companheiros e pediu a Screaky ajuda para conter os excessos da técnica de Hati. Emprestou a Astel um apito capaz de impedir que os sons de fora fossem ouvidos na casa.
- Skoll: continua fora, na escola, e era esperado de regresso em breve. A sessão não mostrou a sua chegada.
- Maximiliano III: apresentou-se a Dandelion como administrador/organizador entusiasmado dos preparativos do Quack Bar. Coordenou decorações, produtos temáticos, músicos e uma receção extravagante ao bardo.
- Quack Bar: funciona como lounge e espaço de espetáculos num ponto afastado das áreas residenciais do Bastion. Já está operacional; preparativos adicionais para uma festa temática permanecem em andamento, sem tema definitivo confirmado.
- Mistérios anteriores: as anomalias da magia planar, os livros atribuídos a Poppe, a corrupção da floresta, Calengur, Leonard e a guilda de Raphael não receberam respostas novas nesta sessão.
Ganchos para a próxima sessão
Hati e o controlo do poder
- Screaky conseguirá ensinar Hati a utilizar a explosão de chamas sem se ferir ou exaurir completamente?
- Até onde evoluíram os seus movimentos monásticos durante a ausência da mestra?
- Como Astel e Orfina vão conciliar o treino com a tendência de Hati para procurar perigos cada vez maiores?
A vida no Bastion
- Como evoluirá a relação entre Noah e Owlbert? O filhote permanecerá na menagerie?
- A pequena salamandra de fogo continuará próxima de Screaky, e como será a convivência com a doninha?
- Quando Skoll regressará da escola, e como reagirá ao reencontro com o pai e com os amigos?
- Que outras mudanças ocorreram no Bastion durante a ausência dos aventureiros?
Maximiliano III e o Quack Bar
- Qual será o tema da festa que Maximiliano está a preparar?
- Até onde irá a transformação do Quack Bar num espaço de espetáculos permanente?
- Como Dandelion pretende aproveitar o novo palco — e que papel terão os três goblins nas apresentações?
- A convivência entre o entusiasmo do Quack Bar e a tranquilidade desejada por outros moradores continuará pacífica?
Os novos recrutas
- Como será a adaptação de Tobias e Azharis à disciplina do quartel?
- Marta seguirá para Triboar com a caravana prevista?
- O quartel conseguirá encontrar um futuro num mundo em que os contratos de guerra se tornaram raros?
Pendências para além do regresso
- Quando o grupo retomará as investigações sobre a corrupção, o Jardineiro e Calengur?
- Os livros de magia planar continuarão a revelar algo sobre os deslocamentos inexplicáveis e Poppe?
- A aparente tranquilidade será suficiente para que Astel, Screaky, Allya, Noah e Dandelion descansem antes de enfrentar os problemas que deixaram para trás?